É nervoso que se entra no mar
pela primeira vez. É com receio. É com aquele incômodo leve que é quase incontrolável,
que se entra prendendo a respiração, no mar. São pequenas coisas como essa que
fazem essa vida maluca acabar, no final das contas, valendo a pena. Sem entender
as inocentes sensações. Pela inesquecível e assustadora primeira
vez. E, se nós formos pessoas de sorte, vai ser desse jeito, sempre.

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