domingo, 9 de janeiro de 2011

ausente de mim e de ti



"Ai como eu queria tanto agora ter uma alma portuguesa para te aconchegar ao meu seio e te poupar essas futuras dores dilaceradas. Como queria tanto saber poder te avisar: vai pelo caminho da esquerda, boy, que pelo da direita tem lobo mau e solidão medonha."

(Caio Fernando Abreu)

No silêncio se retira as palavras vigorosas que hoje não pretendo escrever. Enxoto! Desse jeito o fado importuna e a vida continua inconscientemente na ineficácia passageira dos não-existentes. Ao menos posso ser a eterna “metamorfose ambulante” (salve Raul!). 

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