Seja bem vindo à época de 'jamais aposte muito em alguma coisa que não lhe é proveitosa'; hoje vivemos a era das quimeras, do amor nosso de cada fim de semana, da falta de esperança das pessoas. Amores são sempre possíveis, sim.
É fato que o universo é justamente em torno do umbigo de cada um, que vive
do seu jeito e desempenha aquilo que é melhor para si.
Mas enfim, pra que imaginar em causar alguma coisa pra alguém?
Pra que é favorável ou foi favorável o favor? A alternância? Nessas noites sem álcool, os dias ficam muito mais estranhos de se entender.
Sendo agora mais específica...
Vejo com admiração minha falta de capacidade. A minha teimosia em ser aprazível, em ser prudente, em ser boba, desagradável, insignificante. Porque o que sinto hoje me é esquisito e não me cabe, já não escrevo; vomito palavras que ardem para sair.
Procurar ver o que várias pessoas não veem, procurar satisfazer uma coisa que não me satisfaz. Nesses dias sem álcool, conclusões me transtornam a cabeça, meus textos me destroem involuntariamente, insignificantemente a linearidade do cotidiano.
Ainda que pra alguns seja complicado ceder, eu acendo gentileza, trago a felicidade e aproveito a vagabundagem da melancolia... como um último cigarro.
É fato que o universo é justamente em torno do umbigo de cada um, que vive
do seu jeito e desempenha aquilo que é melhor para si.
Mas enfim, pra que imaginar em causar alguma coisa pra alguém?
Pra que é favorável ou foi favorável o favor? A alternância? Nessas noites sem álcool, os dias ficam muito mais estranhos de se entender.
Sendo agora mais específica...
Vejo com admiração minha falta de capacidade. A minha teimosia em ser aprazível, em ser prudente, em ser boba, desagradável, insignificante. Porque o que sinto hoje me é esquisito e não me cabe, já não escrevo; vomito palavras que ardem para sair.
Procurar ver o que várias pessoas não veem, procurar satisfazer uma coisa que não me satisfaz. Nesses dias sem álcool, conclusões me transtornam a cabeça, meus textos me destroem involuntariamente, insignificantemente a linearidade do cotidiano.
Ainda que pra alguns seja complicado ceder, eu acendo gentileza, trago a felicidade e aproveito a vagabundagem da melancolia... como um último cigarro.
"Porque o que presta também não presta. Além do mais, o que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto do modo carinhoso do inacabado, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão."
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)

gostei e não gostei desse escrito
ResponderExcluirnão gostei da última palavra :s